Influenciador Conclama 'Maconheiros' para Apoiar Candidatura a Deputado Federal
Um novo nome tem se destacado no cenário político, especialmente entre os seguidores das redes sociais. Pai do Garel, um influenciador conhecido por sua presença online, conclama os 'maconheiros' a apoiarem sua candidatura a deputado federal. Em vídeos compartilhados, ele afirma que vai lutar pela causa da regulamentação da cannabis, uma proposta que tem gerado debate e interesse entre seus seguidores.
Quando questionado sobre como planeja obter os 150 mil votos necessários para se tornar deputado federal, Pai do Garel mostrou otimismo, comparando seu chamado a um grito que reunirá 'thundercats' - uma referência à série de animação - de todas as partes, incluindo cidades menores e até tribos indígenas. Essa confiança pode ser atribuída ao apoio que já tem recebido de políticos tradicionais do Ceará, como o senador Cid Gomes (PSB), que mencionou o nome do influenciador no dia de sua filiação ao partido.
O senador Cid Gomes expressou seu apoio a Pai do Garel, destacando que ele defende 'causas progressistas, modernas e avançadas', mesmo que algumas sejam polêmicas. Isso sinaliza um interesse em dar opções para todos os gostos, o que pode ser visto como um novo papel na política. Uma das propostas centrais de Pai do Garel é aumentar a acessibilidade da cannabis para a população mais pobre, especialmente para uso medicinal, além de criticar o sistema penal atual, argumentando que a criminalização da substância pode agravar a situação de jovens que acabam sendo tratados como traficantes.
Com o slogan 'pai dos crias desfavorecidos', Pai do Garel pretende atuar em defesa de outras pautas sociais. Ele expressou a intenção de legislar em favor dos motoristas de aplicativo e da classe trabalhadora, visando dar incentivos à categoria dos motoristas de aplicativo, defender a redução de tributos para a classe e facilitar o acesso a linhas de crédito a juros menores. Essas propostas demonstram um esforço para abranger uma gama mais ampla de questões sociais, além da regulamentação da cannabis.
Com informacoes de VEJA.

