Gramado sintético, clima e São José-RS: os desafios do Gama na Série C
O acesso do Gama para a Série C está muito perto de acontecer, podendo quebrar um jejum de 13 anos sem clubes do Distrito Federal no terceiro escalão do futebol nacional. Para chegar lá, a equipe precisa passar por três desafios: gramado sintético, clima de Porto Alegre e a invencibilidade do São José-RS jogando em seus domínios.
Uma das principais preocupações do Gama é o gramado sintético do Estádio Francisco Novelletto, conhecido como Passo D'Areia, que fez com que a equipe do Distrito Federal desembarcasse em Porto Alegre na última quarta-feira para mais tempo de adaptação, quatro dias antes da partida decisiva contra os donos da casa.
O Gama não disputou nenhuma partida em gramado sintético na temporada, enquanto o São José-RS já jogou várias partidas em seu próprio estádio. A equipe do Distrito Federal está se adaptando ao gramado sintético, mas ainda há preocupações sobre como a equipe se sairá em campo.
Além do gramado sintético, as condições climáticas também são motivos de preocupação para o Gama. A temperatura mínima em Porto Alegre é de 8ºC e a umidade do ar está em 78%. O Gama está acostumado a jogar em condições climáticas diferentes, onde a temperatura pode chegar a 29ºC.
Outro desafio que o Gama precisa superar é a invencibilidade do São José-RS jogando em seus domínios. O time de Porto Alegre não sofreu nenhum revés dentro de casa desde o início da Série D, eliminando equipes como Santa Catarina, Portuguesa-RJ e Treze-PB.
Para quebrar o jejum de 13 anos sem clubes do Distrito Federal na Série C, o Gama precisa superar esses desafios e chegar a uma vaga no terceiro escalão do futebol nacional.
Com informacoes de ge.

