Filha de Vampeta relata agressão e prisão após caso de violência doméstica nos EUA

Por Tainá Ribeiro Alves em Rio Verde, GO 03/08/2026 18:20
Filha de Vampeta relata agressão e prisão após caso de violência doméstica nos EUA

Foto: via Globo

Giovanna Batista Santos, filha do ex-jogador Vampeta, afirmou que foi vítima de violência doméstica após ser presa na Flórida, nos Estados Unidos. À reportagem, a jovem, de 23 anos, relatou ter sido agredida pelo marido e revelou que ficou cerca de 24 horas sem receber medicamentos essenciais para o tratamento após um transplante de coração.

Após ser presa sob acusação de violência doméstica e liberada mediante o pagamento de uma fiança de US$ 500 (cerca de R$ 2,7 mil na cotação atual), Giovanna afirmou que sua saúde foi comprometida porque não recebeu a medicação de uso contínuo durante o período em que esteve detida. Ela contou que precisou ser hospitalizada logo após deixar a prisão, permaneceu dois dias na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e recebeu alta neste sábado (1).

Moradora do sul da Flórida há pelo menos dois anos, Giovanna vive na mesma região onde residem a mãe, Roberta Soares Galiza, e a irmã mais velha, Gabriela. Em março de 2025, ela se casou em Deerfield Beach, em uma cerimônia que reuniu familiares. Giovanna declarou que se casou com o marido porque o amava e acreditava que estavam construindo um futuro juntos, mas agora acredita que ele pode ter se casado com ela principalmente para obter benefícios imigratórios.

Segundo Giovanna, na noite anterior à discussão, o marido teria dito que dormiria no sofá ao lado da prima, 'de conchinha', justificando que os dois faziam isso desde a infância. Ela relata que, durante o desentendimento, teria sido intimidada pelo companheiro e que pediu para que ele deixasse o apartamento, mas foi empurrada e agredida fisicamente, resultando em diversos hematomas pelo corpo.

A jovem afirma que o marido deixou o imóvel e acionou a polícia, alegando que havia sido agredido por ela. Giovanna foi presa, apesar de apresentar lesões. Além do episódio de violência, Giovanna relatou que sua condição de saúde teria sido agravada durante o período em que permaneceu detida, pois não recebeu os medicamentos essenciais para evitar rejeição do órgão transplantado.

Enquanto estava detida, Giovanna informou repetidamente aos funcionários da unidade prisional que é transplantada do coração e que faz uso contínuo de medicamentos antirrejeição indispensáveis para manter o órgão transplantado, além de medicamentos para controlar a pressão arterial. No entanto, não recebeu os medicamentos prescritos durante as aproximadamente 24 horas em que permaneceu sob custódia, o que comprometeu seu estado de saúde.

Com informacoes de Globo.

Tainá Ribeiro Alves

Sobre o Autor: Tainá Ribeiro Alves

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