Corpo de Paulo Angioni é velado nas Laranjeiras, sede do Fluminense

Por Tainá Ribeiro Alves em Rio Verde, GO 13/09/2026 12:40
Corpo de Paulo Angioni é velado nas Laranjeiras, sede do Fluminense

Foto: via ge

O corpo de Paulo Angioni, que ocupou a direção de futebol do Fluminense, foi velado na manhã deste domingo na sede do clube, situada no bairro Laranjeiras, que foi aberta ao público para que amigos, familiares e torcedores pudessem prestar a última homenagem.

Angioni recebeu, recentemente, o diagnóstico de câncer de pâncreas e iniciou tratamento a partir do início de setembro; o sepultamento está marcado para o Cemitério do Catumbi.

Um dos momentos mais emocionados foi o abraço entre o presidente Mattheus Montenegro e o técnico Fernando Diniz, atual treinador do Corinthians, que trabalhou ao lado de Angioni nas duas passagens pelo Fluminense. Ambos choraram intensamente; Diniz proferiu um discurso de dois minutos, afirmando que Angioni morreu trabalhando e o descrevendo como um pai.

O presidente tricolor Mattheus Montenegro e o diretor Mário Bittencourt estavam presentes desde o início da cerimônia, enquanto o hino do Fluminense era cantado pelos presentes.

Praticamente todo o elenco do Fluminense compareceu ao velório, ao lado de ex-atletas do clube como Keno, Lima, Thiago Santos e Renato Augusto. O ídolo Ricardo Gomes também esteve presente.

Os treinadores Barroca e Zé Ricardo chegaram nos primeiros minutos e permaneceram ao longo de todo o evento.

O ex-presidente do Flamengo, Kleber Leite, marcou presença, assim como o atual presidente rubro‑negro, Bap, que compareceu vestindo um casaco do Flamengo.

Radamés Lattari, presidente da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV), esteve entre os convidados, assim como Rodrigo Caetano e Juan, representantes da Seleção Brasileira.

Angioni iniciou sua carreira no início da década de 1980, deixando o clube Municipal, da Tijuca, para trabalhar no Vasco da Gama, onde permaneceu por 14 anos. Depois, passou por clubes como Flamengo, Palmeiras, Corinthians, Bahia, Olaria e, naturalmente, Fluminense. Também atuou na CBF, sendo supervisor da Seleção Brasileira em 1989 e 1990.

A relação com o Fluminense era especialmente próxima; tricolor desde a infância, Angioni recebeu sua primeira oportunidade no clube em 2000 e retornou em diversas ocasiões, culminando na função de executivo de futebol. Em entrevista ao programa "Abre Aspas" do ge, em 2023, ele declarou que a convivência com os jogadores era o que mantinha sua motivação. Formado em psicologia e administração esportiva, foi um dos pioneiros a defender a presença de profissionais da área psicológica no futebol.

Ao longo da trajetória, Angioni colecionou títulos estaduais, nacionais e internacionais nos clubes por onde passou, e integrou a comissão que conquistou a inédita Libertadores da América em 2023 pelo Fluminense, marco que considerou um dos momentos mais marcantes de sua carreira.

Com informacoes de ge.

Tainá Ribeiro Alves

Sobre o Autor: Tainá Ribeiro Alves

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