Corinthians perde para Chapecoense e avaliação individual dos jogadores evidencia desempenho irregular
O confronto entre Corinthians e Chapecoense terminou com derrota alvinegra, e a avaliação individual dos atletas, feita pela GE, pelo público e por avaliadores internos, trouxe um panorama detalhado do desempenho de cada um.
Kauê, goleiro, recebeu nota GE 4.5 e nota do público 4.5; avaliação pessoal 8.5 e nota adicional 5.0. Não cometeu falha nem teve culpa direta, mas não influenciou a prevenção do gol da Chapecoense no primeiro tempo, pois ainda não havia sido testado até então. Na primeira finalização adversária, o Corinthians sofreu o gol. Na segunda etapa, trabalhou mais e se saiu bem, embora parecesse sempre à beira do erro, não conseguindo impedir o segundo gol do adversário.
Matheuzinho, lateral, obteve nota GE 4.5 e nota do público 4.5; avaliação pessoal 8.5 e nota adicional 5.0. Pouco participou das construções ofensivas no primeiro tempo, mas teve seu melhor momento aos 27 minutos, ao receber passe invertido de Carrillo e cruzar para a área, onde Memphis desviou de cabeça para fora. Na segunda etapa, tornou‑se mais atuante, porém sem eficácia.
João Pedro, zagueiro, marcou nota GE 5.0 e nota do público 5.0; avaliação pessoal 8.5 e nota adicional 5.0. Concedeu muito espaço nas raras investidas da Chapecoense pelo seu lado, podendo ter sido melhor na marcação, e ainda errou passes ao tentar jogar de forma mais vertical.
Gustavo Henrique, zagueiro, recebeu nota GE 4.5 e nota do público 4.5; avaliação pessoal 8.5 e nota adicional 5.0. Trabalhou pouco, perdeu vários duelos e, no primeiro gol da Chapecoense, permitiu que Marcinho se antecipasse à sua marcação para cabecear. Na etapa complementar, não evitou o cruzamento que originou o segundo gol adversário.
Matheus Bidu, lateral, obteve nota GE 6.5 e nota do público 6.5; avaliação pessoal 8.5 e nota adicional 5.0. Foi bastante participativo na construção ofensiva, marcando gol logo no início do primeiro tempo, criando diversas jogadas perigosas pelo lado esquerdo e, embora estivesse em impedimento, deu passe para o gol posteriormente anulado de Breno Bidon. Quando a Chapecoense aumentou o ritmo, destacou‑se também na defesa na segunda etapa.
Allan, meia, recebeu nota GE 6.0 e nota do público 6.0; avaliação pessoal 8.5 e nota adicional 5.0. Demonstrou grande participação, proporcionando dinamismo ao meio‑campo; quase todas as jogadas ofensivas passaram por ele, sendo o jogador mais vertical do setor, ainda que volante. Seu rendimento diminuiu no segundo tempo.
Lingard, meia, obteve nota GE 5.0 e nota do público 5.0; avaliação pessoal 8.5 e nota adicional 5.0. Entrou aos 20 minutos do segundo tempo, mas não conseguiu mudar o panorama da partida.
Carrillo, meia, marcou nota GE 5.5 e nota do público 5.5; avaliação pessoal 8.5 e nota adicional 5.0. Contribuiu com cadência ao meio‑campo e, apesar de muitos passes laterais, criou jogadas claras de gol com invertidas de lado, especialmente no primeiro tempo, gerando ao menos dois lances que nasceram de suas invertidas. Na segunda etapa, chutou torto um cruzamento de Garro e desperdiçou boa oportunidade.
Matheus Pereira, meia, não recebeu nota GE nem nota do público; avaliação pessoal 8.5 e nota adicional 5.0. Entrou aos 38 minutos do segundo tempo, sem avaliação numérica.
Breno Bidon, meia, obteve nota GE 5.5 e nota do público 5.5; avaliação pessoal 8.5 e nota adicional 5.0. Oscilou entre momentos bons e ruins, enfrentou dificuldades na criação ofensiva, mas destacou‑se no gol anulado que marcou aos 44 minutos do primeiro tempo.
Kaio César, atacante, recebeu nota GE 5.0 e nota do público 5.0; avaliação pessoal 8.5 e nota adicional 5.0. Repetiu padrão de desempenho regular a ruim de jogos anteriores, participou de confrontos individuais e dribles, mas não converteu em oportunidades efetivas. Deu de joelhos em chance clara aos 33 minutos do primeiro tempo.
Garro, meia, marcou nota GE 3.5 e nota do público 3.5; avaliação pessoal 8.5 e nota adicional 5.0. Cobrou a falta que, após toques dentro da área, resultou no gol de abertura, porém, com a bola rolando, teve grande dificuldade para se sobressair no meio‑campo, errando passes, sendo superado na marcação e não criando jogadas. Teve chance de ampliar o placar aos 36 minutos, mas o goleiro adversário defendeu o chute de dentro da área.
Pedro Raul, atacante, não recebeu nota GE nem nota do público; avaliação pessoal 8.5 e nota adicional 5.0. Entrou aos 38 minutos do segundo tempo, sem avaliação numérica.
Memphis Depay, atacante, obteve nota GE 5.5 e nota do público 5.5; avaliação pessoal 8.5 e nota adicional 5.0. Movimentou bem o ataque, apresentando-se para jogar, mas desperdiçou duas chances claras no primeiro tempo, incluindo um chute fraco que poderia ter sido mais bem executado.
Gui Negão, atacante, recebeu nota GE 5.0 e nota do público 5.0; avaliação pessoal 8.5 e nota adicional 5.0. Entrou aos 20 minutos do segundo tempo, não conseguiu mudar o panorama e desperdiçou chance aos 40 minutos ao chutar por cima do gol.
Fernando Diniz, técnico, marcou nota GE 4.0 e nota do público 4.0; avaliação pessoal 8.5 e nota adicional 5.0. Mesmo escalando o que havia de melhor à disposição, não conseguiu levar o time à vitória sobre o lanterna do Brasileirão, apresentando um desempenho burocrático sem criação de oportunidades de qualidade. As substituições que tornaram o time mais ofensivo não alteraram o cenário; ao contrário, a equipe sofreu a virada e, nos minutos finais, pressionou para cruzamentos sem obter resultado.
Com informacoes de GE.

