Controle seus dados: como impedir que o Gemini use suas informações para treinar IA
O Gemini, chatbot do Google, utiliza dados de usuários para treinar e ajustar seus modelos de inteligência artificial. Durante a interação com o chatbot, o Google pode coletar diferentes informações, como conversas, feedback dos usuários, dados de contexto e recursos de personalização. Esses dados podem ser usados para melhorar os serviços de IA, mas também envolvem o uso de informações pessoais.
Para controlar como esses dados são utilizados, é possível desativar o armazenamento de atividades e impedir que novas conversas sejam usadas para aprimorar os serviços de IA. Isso pode ser feito acessando as configurações do chatbot e desativando a opção 'Manter Atividade'. Com essa opção desligada, novas conversas deixam de ser salvas no histórico e não são usadas para treinar os modelos de inteligência artificial.
Outra alternativa é usar a Conversa Momentânea, que cria chats temporários que não aparecem no histórico da conta e não são utilizados para aprimorar a IA do Google com a ajuda de revisores humanos. Além disso, é possível gerenciar as conexões com outros serviços do Google, como Gmail, Google Drive e YouTube, para impedir que o Gemini acesse essas informações.
É importante notar que, mesmo com essas configurações, o Google pode manter alguns dados temporariamente, por até 72 horas, para processar respostas e lidar com questões de segurança. No entanto, é possível controlar como os dados são utilizados e impedir que sejam usados para treinar modelos de IA.
Como já mostramos em nossa cobertura sobre a importância do controle de dados, é fundamental entender como as empresas utilizam as informações coletadas e como os usuários podem controlar esses dados. Nesse caso, o Gemini oferece opções para controlar como os dados são utilizados, permitindo que os usuários tomem decisões informadas sobre como suas informações pessoais são utilizadas.
Com informacoes de Canaltech.

