Atuações do Palmeiras: Allan é quem mais arrisca em empate de baixo desempenho

Por Tainá Ribeiro Alves em Rio Verde, GO 09/08/2026 18:20
Atuações do Palmeiras: Allan é quem mais arrisca em empate de baixo desempenho

Foto: via ge

O goleiro Carlos Miguel foi pouco exigido durante o jogo, com apenas sete finalizações do Internacional, sendo duas delas no alvo, ambas defendidas por ele. Ele teve uma atuação segura e esteve bem quando o time precisou, recebendo nota 6,5 do jornal e 6,5 do público.

Emiliano Martínez atuou como zagueiro pela direita e teve mais dificuldades na posição do que o companheiro de time. Ele fez quatro desarmes, impedindo uma chance perigosa do Inter no primeiro minuto do segundo tempo, e saiu logo depois para a entrada de Giay, recebendo nota 6,0 do jornal e 6,0 do público.

Giay entrou no lugar de Emiliano aos 31 do segundo tempo para fazer o terceiro zagueiro pela direita e fez um desarme, mas foi mal quando acionado na criação. Ele teve boa chance nos acréscimos e mandou o cruzamento muito longe, recebendo nota 4,0 do jornal e 4,0 do público.

Murilo fez o zagueiro pelo meio na ausência de Gómez e teve bom passe infiltrado aos 12, ainda que não tenha sido aproveitado, além de um desarme. Ele foi, no entanto, menos perigoso do que quando atuou no lado direito, recebendo nota 7,0 do jornal e 7,0 do público.

Alexander Barboza voltou ao time depois de se recuperar do trauma no pé e ajudou com três desarmes, além de bom passe em Arias aos 37, ainda que a jogada não tenha sido concluída em chute perigoso. Ele recebeu nota 7,0 do jornal e 7,0 do público.

Piquerez fez a diferença na ala esquerda e vem sendo uma peça importante na construção. Ele fez dois desarmes e um deles puxando contra-ataque, ainda que não tenha resultado em gol, recebendo nota 7,0 do jornal e 7,0 do público.

Marlon Freitas fez a referência na cabeça da área, teve uma boa recuperação de bola aos 26 dando início à chance de maior perigo do Palmeiras, com chute de Allan em seguida, e arriscou três finalizações. Uma de bico aos 41, mas saiu fraco, recebendo nota 7,5 do jornal e 7,5 do público.

Andreas Pereira voltou ao time titular depois de ser poupado de iniciar durante a semana. Ele impediu chute do Inter aos 29 minutos e faz a diferença ao pensar a distribuição de jogo pelo meio de campo, mas foi uma atuação pouco intensa do time, recebendo nota 7,0 do jornal e 7,0 do público.

Allan foi quem mais arriscou pelo Palmeiras, com cinco finalizações, sendo uma de cabeça. A melhor delas aos 26 dentro da área, só que a bola acertou o marcador quase em cima da linha. No segundo tempo, ele encontrou espaços com dribles pela direita, recebendo nota 7,0 do jornal e 7,0 do público.

Felipe Anderson assumiu a ala direita no lugar de Allan a partir dos 31 minutos do segundo tempo, mas pegou pouco na bola. Ele teve finalização aos 46, nos acréscimos, e mandou longe por cima do gol, recebendo nota 6,0 do jornal e 6,0 do público.

Maurício já teve atuações melhores. Com a dificuldade do time de chegar bem ao último terço, ele passou todo o primeiro tempo sem arriscar um chute. Ele deu bom passe para Sosa aos 9 minutos, que não deu em nada, e só aos 5 do segundo tempo conseguiu finalizar: uma bicicleta que parou nas mãos do goleiro, recebendo nota 6,0 do jornal e 6,0 do público.

Flaco López entrou aos 12 minutos no lugar de Mauricio e arriscou uma finalização de cabeça, mas que não resultou em gol, recebendo nota 7,0 do jornal e 7,0 do público.

Arias é fundamental no novo esquema do Palmeiras. Ele não arriscou finalizações dessa vez, mas apareceu em boas tentativas de criação em um jogo de pouca intensidade da equipe e foi o maior desarmador do time mais uma vez, com 4 desarmes, recebendo nota 7,5 do jornal e 7,5 do público.

Ramón Sosa teve uma atuação pouco efetiva se comparado a outros jogos recentes. Ele saiu aos 12 do segundo tempo sem conseguir arriscar uma finalização e foi quem menos pegou na bola entre os jogadores de linha, recebendo nota 6,0 do jornal e 6,0 do público.

Vitor Roque entrou aos 12 minutos do segundo tempo no lugar de Sosa e esteve melhor do que na última partida. Ele foi quem mais arriscou na segunda etapa: duas vezes de cabeça, aos 24 e 33, que teve dificuldades de ângulo ao dividir com a marcação, e uma terceira de perigo em chute defendido por Matheus Cunha, recebendo nota 7,0 do jornal e 7,0 do público.

Com informacoes de ge.

Tainá Ribeiro Alves

Sobre o Autor: Tainá Ribeiro Alves

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